100% loira, *ALTA* & £ou¢@



"I'm the grain of sand becoming the pearl"
(Pearl. Paula Cole Band. Amen,1999)


quarta-feira, março 29, 2006

Por que homem sempre tem que provar que é homem?


E isso é uma coisa deles mesmo. Estava voltado para casa ontem à noite e tinha um grupo de moleques na esquina em frente a um montinho de mato alto (que devia estar empestiado de carrapato) e um deles disse: 'Quem for homem passa no meio desse mato'. E ressaltou: 'Mas não vale pular'.
Engraçado, parece besteira de menino, mas no fundo é uma coisa que eles acabam fazendo para o resto da vida. Provando que são homens.
Falando em masculinidade conheci uma ex-lésbica. Sim, aquela velha piadinha caiu por terra. E é ex-lésbica mesmo, virou uma hetero convicta e voltou para seu grande amor. Um homem, claro. Assustador. Não o fato dela ser ex-lésbica, mas o fato de ela ser o grande amor de alguém. Enfim, o amor é cego e quem sou eu para querer tirar alguma venda dos olhos.

É isso...
Beijos pra torcida.


Postado pela fértil mente da Nany às 11:01 | solta o verbo!::


sexta-feira, março 24, 2006

da série: Coisas que eu entendo muito bem

Assaltos descarados


Ontem fui até a Unicamp para fazer o "apressamento" do meu diploma, que teoricamente demoraria cerca de 5 meses para ficar pronto. Os filhos dumas putas me levaram 86 paus e sabe quanto tempo demora para o diploma ficar pronto? Uma semana. Não dá vontade de matar, não dá vontade de chamar de ladrão, bandido?
Isso sem contar que eu paguei o meu diploma antes do Alckmin determinar aquele valor X para diplomas nas universidades privadas. Não me lembro direito do valor, mas sei que era bem menos que os 144 que eu pagai. É lei da oferta e da procura...E quem se f* é meu bolso!


Postado pela fértil mente da Nany às 09:49 | solta o verbo!::


quarta-feira, março 22, 2006

O assunto agora é sexo


Eu devo ter algum problema, ou sou recalcada demais. Fantasias sexuais. Nunca tive muitas e nenhuma delas foi algo impossível. Na verdade a principal - a que toda mulher tem e é mais comum que carne de vaca - usar a tal da cinta liga, eu já realizei. E lógico, fiz streap, dancinhas eróticas essas coisas que toda mulher, acredito eu, já deva ter feito. Aliás, algumas fantasias de adolescência foram embora com o tempo, mesmo sem serem realizadas. Sexo no elevador, mesa de escritório, máquina de xerox (a que eu considero a mais estúpida), mesa da cozinha - aliás, sobre isso tive uma tentativa péssima, que só me rendeu uma térmica de vidro quebrada - todas elas não passam mais pela minha cabeça. A não ser agora, óbvio, que estou relembrando essas coisas.
Agora, querer ficar com outra mulher, fazer qq tipo de sexo que não fosse em casal, ver meu parceiro vestido de qualquer coisa, ser ofendida de prostituta e coisas do gênero nunca me apeteceram. Mas sabe o que mais me preocupa em relação a isso, é ter perdido a graça, ser careta demais. Na verdade gosto muito do trivial e dele mesmo, na hora não fico pensando em outras coisas. Gosto do sexo assim, feito com carinho, normalzinho mesmo, sabe?
E, eu penso que a própria sociedade exige muito da gente nesse sentido, que sejamos máquinas sexuais, que tenhamos fantasias exêntricas, que na verdade, acho que só servem para completar aquilo que sentimos que está vazio. E eu, ultimamente, ando com o meu vazio bem cheio, estou feliz sexualmente falando, o problema é que com tanta cobrança, com tanta coisa nova é difícil saber se o parceiro está feliz também e é lógico que dá medo de tr perdido a graça.
Pode parecer caretisse, mas acredito que nenhuma fantasia maluca consiga suprir ou se compare com o prazer do sexo feito com amor, digo amor no sentido de carinho, respeito. Calma, calma, eu sei que sempre defendi que todo mundo tem o direito e que faz todo o sentido fazer sexo só por ele mesmo e que, sim, ele pode ser maravilhoso desse jeito. Continuo defendendo isso, mas mente quem diz que depois de tudo aquilo não fica um vazio, não falta um pedaço. E também continuo defendendo que esse tal de sexo com carinho, com amor, não precisa necessariamente ser feito com um namorado, dá pra achar na rua, mas é difícil.
Eu já fiz sexo com caras que eu nem lembro o nome. Não foi ruim, não me arrependo, mas com o tempo eles acabam perdendo o sentido, somem da memória. É igualzinho beijo. O primeiro a gente não esquece, mas depois já beijou tanto que só aqueles que realmente tiveram alguma importância, ou que marcaram por algum motivo - bom ou ruim - ficam na memória. Acho que no fundo tudo que eu sempre procurei, e que encontrei poucas vezes, foi o tal do sexo com respeito. Não me peçam para defini-lo, não iria conseguir. Mas é o tipo de sexo em que existe uma partilha, não uma busca individual de prazer, é o tipo em que o simples fato de dar prazer a outra pessoa já faz parte da realização. E isso, meus amigos, é impossível de se fazer com alguém com quem vc não se importa e é impossível de sentir quando vc sabe que vc não é um alguém importante.
E apesar de todo esse papo careta, eu não gosto de conversar depois de uma transa, menos ainda discutir relacionamento, a vontade que tenho, e o que geralmente faço, é ficar quieta, olhando para o teto, sentindo aquele cançaso gostoso e quando dá, tirar um cochilo.
E é isso, quem sabe uma hora não aparece uma fantasia que me faça sair da rotina. Mas não tem jeito, o trivial é igual feijão com arroz, vc não consegue ficar muito tempo sem.


Postado pela fértil mente da Nany às 22:19 | solta o verbo!::


Dessa vez não vou esquecer as pilhas


Eu acho que posso dizer que tenho sorte quando o assunto é ida e volta de São Paulo. O Guss reclama sempre dos filmes que eles passam durante a viagem - o q realmente enche o saco - e raramente quando eu pego ônibus eles passam filme. Da última vez era um DVD do show do U2, infelizmente mudo, já que deu um pau no som. Mas o meu problema é que minhas pilhas quase sempre acabam, sim, as do aparelho de CD e eu quase sempre esqueço de levar pilhas nova, ou quando levo, percebo que já são velhas. Enfim, aí a gente tem que inventar alguma coisa para se distrair pq, convenhamos, 2 horas para chegar até São Paulo é muita coisa.
Da última vez contei carros, mas aí a pista triplicou e era carro demais para contar. Começei a contar os caminhões e ônibus, mas em cada curva o outro lado da pista se perdia de vista. Sei que contei, parei, contei de novo e, às vezes, a vontade de contar o maior número possível de carro era tanta que eu quase saltava pela janela - os caminhões eram muito lentos e poucos - e quando eu percebi lá estava eu na capital paulista. Aí parei de contar, afinal, não dava nem pra saber que via olhar direito.

É isso.


Postado pela fértil mente da Nany às 21:37 | solta o verbo!::


domingo, março 19, 2006

Só uma frase...

Hoje fui no Museu do Ipiranga. Na parte onde tem um acervo de uma criança de sei lá que data tinha um grupo de gringos e a frase foi a seguinte: "I've never seen a black dool", com um espanto...


Postado pela fértil mente da Nany às 21:30 | solta o verbo!::


quinta-feira, março 16, 2006

Antes de atirar o vaso na tv, eu ouvi o que ela dizia


Quer saber? Vou para São Paulo semana que vem e na outra também, acho q tenho direito de ficar do lado do meu namo. Dura, sim, mas cheia de amor...hehehe.
Putz, segundo dia já sem ver uma matéria minha publicada no jornal, isso me preocupa, me decepciona e me deixa puta da vida, afinal, vou lá, escrevo e não sai nada!!! Tem umas matérias que eu fiz q sumiram, sei lá o q fizeram com elas. Será q sou tão ruim assim? Bom, até agora não me deram a conta e ninguém veio me dar bronca, então, acho q pelo menos o mínimo estou agradando.
Ontem cheguei em casa a 0h! Estou fazendo uma matéria especial sobre pessoas que trabalham à noite. Essas pautas especiais são meio fodas, tem que ter muita criatividade, viu.
Bom, hoje já é quinta, amanhã é sexta e depois volto para a capital. Apesar de preferir viajar pra lá à noite, quando a cidade fica muito mais bonita. Ei, vou ter um turbilhão de cds do Engenheiros para ouvir no caminho. Eba!!!
Outra notícia boa. A empresa me liberou para fazer parte do convênio deles, assim não vou ter q esperar a carência para fazer o exame de pulsão. Aliás, não contei que estou com dois nódulos na tireóide. Pois é, são nódulos mistos então tenho q fazer esse tal exame - em que enfiam uma agulha na minha garganta para tirar um pedaço do nódulo, é uma biópsia - pra ver se algum deles é maligno. De qualquer forma não vou escapar da faca. O máximo que posso fazer é adiar a cirurgia, caso seja benigno.
Eu não gosto de cirurgias. Tb, quem gosta? Eu sei q eu tô com um medo danado e estou torcendo para que tudo dê certo.

É isso.

Beijos para vcs...


Postado pela fértil mente da Nany às 10:26 | solta o verbo!::


quarta-feira, março 15, 2006

da série: Coisas que eu não entendo.

Vegetarianos, ovo-lacto-vegetarianos e afins


No últmo final de semana fui surpreendida com a atual decisão de um de meus cunhadinhos de se tornar ovo-lacto-vegetariano, ou seja, não comer mais carne. A alegação, obviamente, é a crueldade cometida contra os animais. E eu penso, que crueldade?
Os dignissimos bois, frangos, peixes, porcos e afins que são consumidos por nós, crueis humanos, são criados especificamente para isso. Ora e se não fosse a própria natureza se incumbiria de matá-los, afinal, eles mesmo se comem, não é? Os leões quando atacam suas presas não pensam na crueldade que eles estão cometendo. É lógico, eles não pensam! Da mesma maneira que eles não pensam quando são levados para o matadouro para virarem bifes. A não ser o tal do Babe, o porquinho que fala, pensa e vira um cachorro. Mas nesse caso, para animais tão espertos quanto o tal do porco pastor, eles mesmo encontram uma maneira de escapar do martelo.
E se fosse tanta maldade assim, porque os nossos primórdios eram caçadores? E aquilo sim era cruel, aquilo sim fazia o bicho sofrer. Agora é uma pancada na cabeça e acabou, nem nós sofreriamos. E o pior, dou menos crédito ainda para os ovo-lactos. Já viram aquela maquina de tirar leite da vaca? Aquilo sim é dor. E a dificuldade para uma galinha botar um ovo? Aí vc vai lá pega o pobre do filho dela e come!
Ah, vá, vá...Tem tanta crueldade no mundo, tanta gente pasando fome, comendo comida do chão e sou obrigada a conviver com essas frescuras. Olha, pra não dizer que não tive as miinhas, quando eu era bem pequena, de uns 6 aos 10 anos, mais ou menos, eu não comia carne vermelha pq uma das minha tias me disse que a tal da carne aprodecia no estômago, mas aí tive as maravilhosas aulas de ciências, que me mostraram todo o funcionamento do estômago e entendi que, resumidamente, tudo fica podre por lá. Então, graças à luz do conhecimento (a falta disso, sim, que é crueldade) voltei a consumir os queridos boizinhos, tão suculentos e macios. Mas mesmo assim não sou muito fã de carne vermelha, mas por gosto mesmo, sabe?
E, quer saber? Fiquem vcs com as sojas, que sobram mais hamburgures para mim.

***

Mudando de assunto...Ahh, como receber pacotes é maravilhoso. Meus 3 cds dos Engenheiros chegaram (GLM, Alívio Imediato e A revolta dos dândis) Deus abençoe quem inventou as promoções das lojas Americana, preços justos e frete gratuito. Nossa, com esses são cinco em menos de um mês!!! Quando vi o carteiro chegar as mãozinhas gelaram e não sossegaram até eu terminar de abrir os pacotes. Aliás, ô dificuldade para tirar aquele plástico que envolve o cd, ainda mais pra moça aqui que não é lá muito habilidosa.

E no serviço virei café-com-leite outra vez. Meu chefe disse que não pode me colocar no mesmo ritmo que os outros pq estou em fase de experiência e estou cheia de horas no meu banco de horas. Mas há algo de bom, afinal, ainda não entrei no esquema de plantão. Achei que seria melhor, afinal, pela primeira vez iria conviver com o meu namorado - depois de 2 anos de namoro iria vê-lo por 3 semanas consecutivas - mas surgiu um concurso público que atrapalhou tudo.

E por hoje é isso, vou almoçar...

Ah, outra coisa, outra vez eu arrumei as figuras do blog, se algumas delas tiver quebrada, me avisem!


Postado pela fértil mente da Nany às 12:31 | solta o verbo!::


sábado, março 04, 2006

da série: O Retorno

Só não tente me dizer o que é melhor pra mim...


Como sempre, depois de abandonar por um tempo esse blog eu volto...Eu sempre volto, né?
Bom, a formatura foi sensacional, se eu tivesse com o scanner funcionando colocaria algumas fotos aqui. Eu, perticularmente, estava maravilhosa, 10 kg mais magra, que obviamente já estão de volta.
Também, sabem quanto tempo que eu fiquei desempregada? Mais de um mês!!! Quase enlouqueci, sem brincadeira! Comia o tempo inteiro, enquanto não estava mandando curriculos...Enfim, arrumei um trampo em um dos jornais da cidade mesmo, não que aqui tenha muitos, na verdade tem só dois...E pra ser bem sincera, depois de ter sido dispensada em um jornal de Jundiaí e no outro daqui já tava meio desacreditada, mas enfim, fiz os testes e deu certo.
E estou lá, há pouco mais de duas semanas. Mas a empolgação maior foi ontem, na entrevista com o Cristovam Buarque, o ex-ministro da educação...EXCLUSIVA! Uh-ru! Minhas mãos suaram frio mas deu tudo certo. Ele é gente boa e me rendeu meia página na edição de hoje.
Tenho trabalhado pacas, três, quatro matérias por dia...Entro lá as 13h30 e saio no mínimo as 20h, ontem, saí as 22h. Por isso não tenho feito muita coisa, não tenho saído muito, mas quando dá venho a pé para casa...É bom, respiro um pouco, ajuda a aliviar o cansaço da cabeça.
Falando em cansaço, faz tempo que não tenho uma boa noite de sono, desde que nos mudamos para a casa nova. Pois é, vendemos a nossa, estamos morando de aluguel e construindo a outra. Nossa, tantos sonhos esquisitos, sabe? Tô morrendo de vontade de dormir sem sonhar, sabe, aquelas noites que vc não lembra do sonho? Agora eu mudei a posição da cama, tem dado certo, pelo menos estou conseguindo dormir direto, sem acordar no meio da noite. Tb, tem dias que eu chego tão pilhada em casa, só sonho com matéria, entrevista, jornal...enche né?
Mas eu estou gostando muito de trabalhar lá, sinto saudade da TV, mas a sensação que me dá no jornal é que as pessoas me levam mais a sério, sei lá, agora sou jornalista de verdade, sabe? Não sou só rádio escuta....Apesar que aprendi muito lá, me dá mais agilidade (imaginem se não desse, que horas eu iria sair de lá?) e deixa as minhas matérias mais didáticas, com mais conteúdo. Mas a linguagem da TV tb me deixou uns vícios estúpidos, às vzs sou muito repetitiva, tipo, escrevo muitas vzs a mesma palavra e isso em texto escrito é um porre, não flui bem, deixa o texto truncado...Mas tenho me policiado mais.
Meu vídeo experimental, por enquanto não emplacou, levei lá na TV Cultura e tudo, mas até agora ninguém parece ter se interessado muito. Mas tá aqui, quem quiser assistir algum dia é só me dizer.
Na vida pessoal as coisa andam bem...Andei com alguns grilos na cabeça esses tempos atrás, namorar tem dessas, às vzs vc se pega pensando se vale mesmo à pena, se é aquilo mesmo que vc quer, e, não mito, pensa até se é aquilo mesmo que vc sente. Andei com saudades dos meus tempos de solteira, eu era muito mais animada, saía muito mais, mas cheguei a conclusão que não é por causa do namoro que minha vida social deu uma caída. Fiquei mais velha, mais chata, já não é qualquer programa que me agrada e às vzs fico tão cansada que não sinto mesmo vontade de sair...Isso sem contar a grana, parece que nunca é suficiente. Vamos ver se agora que eu vou ganhar um salário, pq, até então, só havia recebido bolsa-auxilio, se consigo investir em alguma coisa minha....Carro, casa, essas coisas...Afinal não dá pra ficar nas custas do papai pra sempre. Apesar que, o combustível do jeito que está alto, não sei se vale a pena...
Ahhh, mas meu namoro, então, eu tive essa crise, mas aí meu pequeno vem me ver...E não tem como não se apaixonar por ele de novo. Ainda mais que estava todo docinho, carente...Ai, ele é tão querido, tem uns beijos tão bons e aqueles olhos imensos, sabe? Aqueles que te engolem....É tão bom ficar ao lado dele, mesmo sem fazer nada...A vida muda de cor, tudo é motivo para rir e eu adoro me sentir uma boba apaixonada do lado dele. E mesmo quando ele começa a xaropear, é só mandar ficar quieto...E melhor ele xaropeando perto do que longe...
E é isso....

Beijos a todos....


Postado pela fértil mente da Nany às 18:05 | solta o verbo!::


Sobre mim:
Nome: Daiane B. Parno
Nascida em: 25 de junho de 1984, na cidade de Joaçaba (SC)
Vivendo: Entre as rodoviárias de Campinas, Americana e São Paulo
Fisicamente: Loira, 1,76m e uns 68 kg
Estado civil: Completamente apaixonada

Amo ou odeio:

Engenheiros do Hawaii
Meus amigos
Cervejada
A redação
Sentar na calçada pra tomar chimarrão
Meu namorado
(Simpsons)

TPM
Perder o controle
"Desde sempre"
Regime
Falsidade e mentira
Mundo fashion

O que eu faço?

Jornalista - formada pela PUC-Campinas e trabalhando onde dá...