A minha vida mudou, principalmente a profissional...Claro, depois que alcancei uma certa estabilidade emocional (que já não é mais estável assim), minhas forças estão voltadas para o trabalho (vocês leram a Veja de novembro?).
Que fique claro que mudar não significa necessáriamente melhorar. Pelo contrário, acho que voltei a etapa "estagiária"... ganho pouco, faço de tudo um pouco e me divirto muito. Afinal, estou numa rádio...E, infelizmente, rádio é minha paixão...uma pena eu não poder ir pra rua - não que eu não possa, mas tb não me ofereço, o salário é extremamente baixo para fazer, digamos assim, dois turnos - porque eu sinto saudades do "ao vivo por telefone". O meio de comunicação mais imediato...Mais que a internet. Mas no meu caso, onde estou trabalhando - que acredito eu ser o caso da maioria das emissoras de rádio - falta estrutura, falta dinheiro, falta equipe.
Mas a graça toda termina na semana que vem, quando volto para a televisão, dessa vez como produtora e editora de texto (é eu também canto, faço malabarismo, nado...). Mas vai ser uma pena deixar a rádio. Com o tempo a gente vai pegando um certo amior pelos programas e até pelos ouvintes que ligam sempre.
Mas além da minha vida profissional, a minha vida pessoal também mudou... Que fique claro que mudar não significa necessariamente melhorar. Estou morando sozinha. Voltei pra a estaca dona-de-casa, que havia começado quando fui morar com a Maíra. Mas, pelo menos, dessa vez é um apartamento e não uma kit. Tem um pouco mais de espaço...Não muito mais, mas tem.
E, vejam só, virei uma entusiasta da cozinha japonesa. Eu que achei que nunca, nunca comeria carne crua me entreguei aos shushis e aquele monte de outras coisas com nomes esquisitos. Como diria o Fabiano: "Queria falar japonês só pra fazer poesia", básico que a frase veio seguida de um "poema" feito a partir da leitura do cardápio.
E em relação a vida sentimental...bem, essa deixa para lá...Estou chegando no ano III de namoro e as coisas são bem diferentes do começo, bem diferentes de como eu imaginava um namoro e, enfim, é uma situação diferente que eu não sei bem ao certo como lidar, pelo menos ainda não sei.
E é isso, o "eavidaaindacontinua" volta na próxima edição que, sabe-se Deus lá quando (essa frase fica muito melhor dita), vai acontecer...
Postado pela fértil mente da Nany às 17:56 |
solta o verbo!::