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"I'm the grain of sand becoming the pearl" (Pearl. Paula Cole Band. Amen,1999)
terça-feira, maio 23, 2006
Pessoa cansada Hoje, mais uma vez entrei mais cedo no jornal. Engraçado que todas as vzs que eu ligo o fato de entrar mais cedo com sair mais cedo nunca dá certo, pois é, saí no costumeiro horário das nove da noite. Pelo menos hoje rendeu. Entrevistei mãe de preso, uma denuncia me levou até uma informação do INSS e mais umas coisitas a mais que saem na edição de amanhã. Mas estou cansada. Mas é bom, matêm a cabeça ocupada e, no momento, tudo o que preciso é de cabeça ocupada. E é bom ter matérias boas, dá animo, aumenta a auto estima. Falando em cabeça hj tive uma dor de cabeça daquelas, sabem? Fiquei preocupada, pensei que minha pressão tivesse subido de novo pq eu tava enjoada e tudo mais. Depois do susto que levei em Campinas começei a ficar mais esperta com essas coisas. Mas, por sorte, acho que era só dor de cabeça mesmo pq os dois comprimidos de Tylenol seguraram a onda. E como agora eu sou uma funcionária efetiva começaram os plantões de sábado. Sabadão lá estarei eu no jornal, mas vai ser bom, pq to com uma matéria meio complexa enroscada na mão. Odeio matérias cheia de números! Mas, mudando de assunto - ou nem tanto - minha cabeça está tão confusa...Queria tanto que os problemas do coração fossem resolvidos tão facilmente como os problemas lá da redação. Queria tanto que tudo se resolvesse e fosse tão bonito como nos filmes. Mas as coisas não são assim. E eu fico aqui, sem rumo, certa de ter tomado a melhor decisão mas com aquele aperto danado no coração. Mesmo assim acredito que o meu balanço anda bem. Mudei algumas coisas na minha vida que eu precisava mudar, mudei a rotina, tomei algumas decisões, investi em mim mesma. Quem olha de fora parece que está tudo igual, mas aqui dentro, as coisas estão bem diferentes. É isso meus amores. E, por favor, mandem seus comentários e recados, não aguento mais essas propagandas gratuitas na janelinha de opiniões.
Postado pela fértil mente da Nany às 22:49 | solta o verbo!::
 
domingo, maio 21, 2006
BLOG E DAIANE FECHADOS PARA BALANÇO
Postado pela fértil mente da Nany às 18:25 | solta o verbo!::
 
Meu coração dói tanto, tanto...
Postado pela fértil mente da Nany às 15:56 | solta o verbo!::
 
Pq eu não sou uma gorda horrenda...Eu saí ontem a noite, com um modelito novo composto por mim mesmo, discreto, clássico e, pq não, bem chique. Tomei um Alexander, comi bem, tomei uma batida de vinho e dei muita risada. Coloquei o papo com a minha amiga em dia, falamos sobre várias coisas sem importância...E quando saí do estabelecimento ainda tirei suspiros de um moço que estava por lá. E não precisei nem de salto alto. E é isso que importa.
Postado pela fértil mente da Nany às 12:32 | solta o verbo!::
 
terça-feira, maio 16, 2006
Sobre os últimos acontecimentos Pensei em escrever tanta coisa sobre os últimos acontecimentos, mas vou ser breve pra não me tornar chata e repetitiva. A minha revolta sobre esse país lixo que é o nosso, onde todo mundo pode ser comprado, onde se negocia com bandido e quem leva a melhor são eles é a mesma de qualquer pessoa com o minimo de capacidade crítica. Não adianta, ficou claro que somos reféns, eles mostraram do que são capazes, e o governo, mais uma vez, abriu as pernas e a partir de agora vai abrir cada vez mais. E a população foi tratada como criança no Natal. Os presentes aparecem trazidos por um tal papai noel que vem passeando no trenó levado por renas, mas nenhuma criança entende como ele consegue chegar em apenas um dia em todas as casas, ninguém sabe de onde esse papai noel vem. E a história foi exatamente essa, rebeliões começaram, ninguém explicou o porquê - apensar das mil e uma declarações feitas na mídia -, as rebeliões terminaram e ninguém explicou porquê - só garantiram que não houve acordo. Mas, como crianças esperrtas que somos, sabemos exatamente o que aconteceu, sabemos exatamente que houve acordo, sabemos exatamente que não existe papai noel. Mas, como é mais fácil continuar a acreditar, e garantir os presentinhos de natal, fingimos que não sabemos de nada, simplesmente esquecemos o que houve. E, em breve, é assim que responderemos à pergunta "O que aconteceu de mais importante em 2006?": "Fácil, foi o ano que o Brasil ganhou o hexa, não foi?" E é isso que eu tenho pra falar, pq o resto todo mundo já falou. Até mais.
Postado pela fértil mente da Nany às 21:07 | solta o verbo!::
 
segunda-feira, maio 15, 2006
Ubirtan ê ô, Ubiratan ê ô. Tá na hora de meter fogo na bandidagem, o q aquele sobrancelhudo tá esperando?
Postado pela fértil mente da Nany às 20:38 | solta o verbo!::
 
domingo, maio 14, 2006
2 anos e 2 meses Sempre achei neurose minha e exagero guardar todos os e-mails que recebi do Gustavo, desde o primeiro encontro - "Espero que possamos nos reencontrar em breve...esse negócio de te ver uma vez por ano nem de longe me agrada - , até as piores brigas - "Fiquei (na verdade estou) com muita raiva, muita raiva mesmo" - e apenas aqueles "oizinhos". Mas sempre que a saudade, ou a dúvida, batem no meu coração é para a pastinha "Guss" que eu corro. Já li aqueles e-mails centenas de vezes, mas cada vez que os releio são novos para mim e, é claro, acabam trazendo informações importantes (nem tanto assim) que a gente acaba esquecendo com o tempo...E descobri que hoje nós comemoramos 2 anos e 2 meses de namoro, data bonita, não é? E é tão engraçado reler tudo aquilo e ver como tudo mudou com o tempo. Nos primeiros meses só insegurança, qualquer palavra mal interpretada virava um seguinte e-mail com muito drama. Eu relembro do medo que eu sentia, de me envolver de novo de cabeça e em dois, três meses acabar chorando, abandonada num canto. Mas hoje tudo isso mudou, há muito menos drama porque a gente se entende melhor (mas é lógico que ele ainda não acabou) e o medo de ficar abandonada já não me aflige mais, pq mesmo que esse namoro termine amanhã eu sei que valeu a pena, cada passagem da rodoviária, cada roubada que a gente se enfiou, cada briga que terminou sempre em beijo. E existem outras coisas que eu já desconfiava, mas que acabei descobrindo só agora. Hoje eu sei que amo aquele rapaizinho desde o primeiro sorriso que ele me deu quando fui buscá-lo na rodoviária, que o primeiro abraço apertado dado na primeira despedida foi na verdade o nosso "primeiro beijo" É, se passaram dois anos e dois meses, mas algumas coisas não mudaram. A dor que eu sinto cada domingo que ele vai embora, aquela saudade sem razão que aparece no meio da semana quando eu sinto o cheiro dele mesmo sem ele estar por perto, os finais de semana que são sempre maravilhoso (mesmo àqueles em que a viagem de ida ou de volta são uma tortura), o sabor gostoso do beijo dele, o abraço apertado, o olhar que parece enxergar a minha alma (aqueles olhos escuros e grandes...). Só que agora nada mais disso precisa ser dito, não precisamos mais de e-mail longos e melosos, ou telefonemas intermináveis. Agora basta um olhar, um suspiro ou um e-mailzinho de "oi", que tudo isso já é dito. Eu amo muito meu namorado e cada vez mais. Cada risada, cada sorriso, cada lágrima, cada abraço, cada troca de olhar, cada briga, cada crise de mau humor, cada cafuné...E eu sinto tanta saudade. É tão ruim ficar longe dele, ter hora e dia marcado para se ver. Mas é tão bom amá-lo e é tão bom ser amada por ele. Bom, encerro o post com um pedaço de um e-mail que recebi no dia 18 de janeiro de 2004: "Quero te abraçar, te beijar e passar horas coladinho em você, só passando a mão no seu cabelo e olhando bem fundo nos seus olhos. E-mail melado, né? Eu sei, mas fazer o que se é assim que eu me sinto agora. " E é assim que EU me sinto agora. Adios amigos, que essa mocinha apaixonada aqui vai dormir, com o coração cheio de saudade (e um pouco mais partido, já que tentei ligar lá e ele não tava pra eu poder dar boa noite). Até e boa semana para vcs.
Postado pela fértil mente da Nany às 22:46 | solta o verbo!::
 
terça-feira, maio 09, 2006
Não era câncer Puta merda (esse post merece começar com um puta merda), sei que essa frase aí de cima não é das mais bonitas, mas nunca fiquei tão feliz em ouvi-la. Foi na semana passada. Veio o veredito: o nódulo na tireóide é só um nódulo mesmo. Mas graças ao meu endocrinologista terrorista, cheguei em casa desesperada, chorando. Ele teve a proesa de transformar os 3% de chance do nódulo virar um câncer em praticamente 50% de chances. Como não é nada grave, eu e minha mãe decidimos deixar a cirurgia pra quando eu tirar férias no trabalho, sabem o que ele disse? "Ah, se fosse a minha filha eu não esperaria muito tempo. Você tem uma bomba relógio no pescoço". Ah, vá se f*, quer ir pra faca vá vc! E é isso, T +
Postado pela fértil mente da Nany às 22:14 | solta o verbo!::
 
quarta-feira, maio 03, 2006
Conhecimentos orkutianos "Exatamente à uma hora, dois minutos e três segundos do dia quatro de maio de dois mil e seis teremos um fato único no século. A grafia de data e hora será assim: 01:02'03"-04/05/06" - Copiado da mensagem de um tal de Iori na comunidade "Vamos estar odiando o gerundismo", da qual faço parte. Conhecimento é conhecimento. Seja inútil ou não.
Postado pela fértil mente da Nany às 12:03 | solta o verbo!::
 
Criatividade é foda  Essa veio direto do Flog das inconvenientes, do qual minha irmã faz parte. Aliás, a idéia foi dela. Ô menina com criatividade! Puxou a irmã mai velha, olha só!
Postado pela fértil mente da Nany às 11:32 | solta o verbo!::
 
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